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  • Tipo: Press release
  • Data: 7/8/2014

Luz amarela: empresas da cadeia automotiva em alerta 

Um dado alarmante que confirma este atual cenário é o alto número de falências

A economia global começou a se recuperar e algumas características da realidade econômica e social brasileira, como elevadas taxas de juros e baixos níveis de investimento, tiraram do País não só um importante espaço no mercado, mas também a atratividade para investidores. Ao contrário do panorama de crescimento econômico favorável de cinco anos atrás, o momento agora no Brasil é de incertezas e atenção por parte dos gestores. Um dado alarmante que confirma este atual cenário é o alto número de falências e de companhias em processo de recuperação judicial no País. Em 2008, eram 312 e o número mais que dobrou no ano seguinte (670). Já no ano passado, foram 874 pedidos, um recorde maior que o registrado em 2009, momento pós-crise mundial.

 

Dados de uma pesquisa realizada pela KPMG no Brasil com executivos de instituições financeiras, investidores e empresários mostram que essa onda de incerteza já chegou à indústria. Cerca de 25% dos entrevistados apontaram que o segmento formado pelas montadoras de veículos e autopeças deve ser o mais afetado em um cenário econômico instável. Este foi o segundo setor mais citado, ficando atrás apenas de imobiliário e construção civil.

 

E os números do setor ratificam que 2014 não têm sido bom para a indústria automotiva. Acabamos de passar pelo pior primeiro semestre da indústria desde 2010. Foram vendidas de janeiro a junho, 1.583.066 unidades, contra 1.707.633 no mesmo período do ano passado, o que indica uma queda de 7,3%, segundo dados da Anfavea (Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores). Apesar da expectativa de melhora, principalmente devido à manutenção da redução do IPI, ainda há forte restrição ao crédito, o que interfere diretamente nas vendas das montadoras.

 

Não podemos deixar de citar os altos impostos que incidem sobre a venda de automóveis. Estudo sobre a carga tributária do veículo brasileiro com base na participação dos impostos no preço final ao consumidor, também divulgado pela Anfavea, aponta que 28,1% do valor de um automóvel flex com motorização entre 1000cc e 2000cc são de impostos. Esse dado se torna mais impactante se compararmos com outros países como Estados Unidos (7%) ou Japão (9,9%). Outros levantamentos indicam também o percentual da carga tributária adicionado ao preço do veículo sem impostos e, nesse caso, no Brasil é de 54,2%.

 

Diante deste contexto não tão promissor, a cadeia automotiva no Brasil já apresenta sinais de alerta e as empresas do setor já se mobilizam para evitar que uma crise se instale de maneira acentuada. Neste caso, vale a pena ficar atento a qualquer indício de que a empresa pode não estar passando por uma situação confortável, como alto nível de endividamento, redução de rentabilidade, pressão no capital de giro e baixa geração de caixa nos próximos meses.

 

Também é valida a criação de uma força tarefa formada por empreendedores, bancos, investidores, dentre outros, agindo de maneira integrada, atuando em conjunto e adaptando suas práticas para, dessa forma, utilizar suas competências com o objetivo de evitar crises e manter o valor das empresas. Vale lembrar que quanto mais cedo for feito o diagnóstico de problemas e tomadas as providências necessárias, mais chances as companhias têm de se manter saudável.

 

Como a KPMG pode ajudar?
A KPMG no Brasil oferece assessoria a empresas com margens operacionais reduzidas e estrutura de capital inadequada, seja na identificação dos riscos, no planejamento de iniciativas para a reestruturação e recuperação de negócios, controle de crise, definição de prioridades, foco no fluxo de caixa, negociação com stakeholders, soluções de refinanciamento, negociação com credores e planos de contingências.
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Sobre a KPMG

A KPMG é uma rede global de firmas independentes que prestam serviços profissionais de Audit, Tax e Advisory. Estamos presentes em 155 países, com mais de 155.000 profissionais atuando em firmas-membro em todo o mundo. As firmas-membro da rede KPMG são independentes entre si e afiliadas à KPMG International Cooperative (“KPMG International”), uma entidade suíça. Cada firma-membro é uma entidade legal independente e separada e descreve-se como tal. 

No Brasil, a organização conta com 4.000 profissionais distribuídos em 13 Estados e Distrito Federal, 22 cidades e escritórios situados em São Paulo (sede), Belém, Belo Horizonte, Brasília, Campinas, Cuiabá, Curitiba, Florianópolis, Fortaleza, Goiânia, Joinville, Londrina, Manaus, Osasco, Porto Alegre, Recife, Ribeirão Preto, Rio de Janeiro, Salvador, São Carlos, São José dos Campos e Uberlândia. 

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